No e-mail day

04/04/2007 9:00 em Podcast do Prof. Marins

no_email.jpgA comunicação verbal tem um peso muito grande para os brasileiros. Somos orais e auditivos. Por isso, falar é muito importante para nós. Por isso, a máxima “é conversando que a gente se entende” deve reinar também no mundo corporativo.

Avaliação dos usuários: PéssimoRuimMedianoBomExcelente (19 votos, média: 4,68 de 5)
Carregando ... Carregando ...
Você pode deixar um comentário, ou um trackback de seu site.
feed dos comentários (RSS 2.0)

4 comentários sobre "No e-mail day"

  1. Ricardo Mutuzoc diz:

    Muito interessante! Coisas simples podem trazer grandes resultados. É impressionante o desperdício de tempo e recursos que a overdose de e.mails gera nas empresas. Por isso é importante incentivar e tratar este assunto abertamente. Valeu!

    18/04/2007 17:55

  2. No e-mail day - Blog da Cia diz:

    [...] Ouça. [...]

    26/02/2008 12:07

  3. elizete diz:

    gostei muito muitom inteligente

    09/03/2009 20:54

  4. Cezar Lopes diz:

    Não entendo isso.

    As pessoas só te respeitam se você é alguém ou amigo de alguém eminente.

    Na empresa em que estou trabalhando descobri que a vida é mesmo assim. Achei que só o serviço público criava essas aberrações. Ledo engano! Em empresas grandes é assim também.

    Quando tudo vai bem todo mundo quer ser o pai da criança, porém, quando algo vai mal, todos querem achar um culpado, alguém a quem acusar para se eximir de qualquer responsabilidade.

    Estou conhecendo, verdadeiramente, o mundo? Hum… Creio que sim. E, também, descobrindo que estava errado ao julgar pessoas que conheci anteriormente como insensíveis, duras de coração.

    Não é assim. É que: “O Homem, que, nesta terra miserável, mora entre feras, sente inevitável necessidade de também ser fera” (Augusto dos Anjos). Hoje entendo melhor esse poema!

    Juro por tudo que é mais sagrado que não sabia disso! Nunca tinha vivido entre feras. Agora, todavia, começo a entender.

    Ainda acho que todas as pessoas são boas, mas, reconheço que, mesmo que o mal não exista (não existe! posso provar!), a maldade existe. Fruto das fraquezas humanas, claro, mas existe.

    Numa grande empresa descobri que um erro mínimo assume proporções enormes! Ainda penso que é isso é uma bobagem, afinal, se o erro de um funcionário não foi levado a termo, graças à ação de outro funcionário penso que este deveria ser elogiado, prestigiado. Porém, o que verifico é, justamente, o contrário.

    Aquele que cometeu o erro é pisoteado e esquecem daquele que fez mais do que o seu papel, pois se dedicou verdadeiramente ao invés de, simplesmente, apertar botões.

    Entender não entendendo. E você?

    Todavia, devo dizer, a bem da verdade que há, sim, os que têm confiança em suas capacidades e, por isso, não temem julgamentos errôneos de outros colegas, posto que confiam no discernimento de seus superiores.

    Creio, sinceramente, que uma grande empresa está fadada ao sucesso e a uma longa vida quando confia naqueles que não gritam nem impõe, mas, pelo contrário, convencem seus subordinados da importância de sua tarefa, investindo nas capacidades de cada colaborador. Aqueles que, quando surge algum problema, não denigrem nem humilham seus comandados, mas, pelo contrário, no silêncio, individualmente, procuram orientá-los para que não cometam o mesmo erro novamente!

    Estou errado? Talvez. Mas, por conta das dúvidas, perguntem ao professor Marins, afinal, quando falei dele sobre a inutilidade de uma “missão” à moça do RH ela riu, concordou que já tinha visto tal entrevista, porém, não afirmou que concordava.

    Será que uma grande empresa paga tão bem ao ponto de aniquilar nossas crenças, nossas idéias, tornando-nos autômatos? Será, mesmo, que isso é bom para a empresa? Para o indivíduo sei que não é.

    Bueno, pensando bem, deixe que eu mesmo perguntarei ao professor.

    30/08/2009 3:06

Deixe seu comentário